De um lado, o governador Pedro Taques (PSDB) e o prefeito Mauro Mendes (PSB), de Cuiabá; o vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o deputado federal Fábio Garcia (PSB); os deputados estaduais Eduardo Botelho (PSB) e Guilherme Maluf (PSDB), o ex-prefeito Roberto França e Leonardo de Oliveira.
E, de outro, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), o ex-deputado José Geraldo Riva, Chico Galindo (PTB), deputados federais Carlos Bezerra e Valtenir Pereira (PMDB), e os ex-secretários Eder Moraes e Pedro Nadaf.
“Quando o eleitor chegar em frente à urna, irá refletir e fazer uma breve comparação dos grupos que se colocam para administrar Cuiabá. Então, sem dúvida, vai votar em Wilson, número 45”, argumentou Taques.
“Nosso grupo político e nossa experiência está fazendo a diferença e conquistamos a virada. As pesquisas existem para referência, mas não nos intimida”, definiu o governador.
Sobre os embates, o chefe do Poder Executivo entende que se trata de avanços, no processo democrático. “É direito do eleitor conhecer detalhes de quem disputa eleição e de quem vai administrar mais de R$ 2 bilhões por ano. Irá gerir Cuiabá por quatro anos. O eleitor tem o direito de saber com quem anda Wilson Santos e com quem anda Emanuel Pinheiro”, disparou o governador.
O governo de Mato Grosso fez parcerias importantes com a Prefeitura de Cuiabá, na gestão do prefeito Mauro Mendes (PSB). As principais são a construção do novo Hospital e Pronto-Socorro Municipal, no valor de mais de R$ 80 milhões; o funcionamento do Hospital São Benedito e da UPA Sul (Pascoal Ramos); e a restauração das principais avenidas, como Tenente Coronel Duarte (Prainha), Fernando Corrêa da Costa e Rubens de Mendonça (CPA).
Taques deixou claro que não confiaria em mandar tanto dinheiro se Cuiabá estiver sendo comandada pelo mesmo grupo que roubou o governo de Mato Grosso. Ele pautou sua vida pelo combate à corrupção e correta aplicação dos serviços públicos.
Do grupo de Emanuel, o ex-governador Silval Barbosa está preso por fraudes na concessão em incentivos fiscais. Pelo mesmo crime, também estão presos os ex-secretários Eder Moraes Dias, Marcel de Cursi e Sílvio César Corrêa. Os ex-secretários Pedro Nadaf e César Zílio também foram presos, mas agora respondem em liberdade.
A operação Sodoma investiga fraudes cometidas na concessão de incentivos fiscais em troca de propina, em Mato Grosso.