
Ex-prefeito de Cuiabá também disse que "aliança eterna", só com Virgínia Mendes
O ex-prefeito de Cuiabá e candidato ao Governo do Estado, Mauro Mendes (DEM), rebateu nesta segunda-feira, ao protocolar o registro de candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), as declarações feitas pelo governador Pedro Taques (PSDB), que recentemente disse que o democrata estaria em clima de ‘já ganhou’. Ele também comentou sobre o rompimento político com o governador, dizendo que 'aliança eterna' firmou só com sua esposa, Virgínia Mendes.
Taques teria dito, inclusive, que o ex-prefeito já estaria inclusive comprando o terno que usaria na posse, em janeiro. Mauro Mendes rebateu e afirmou que o governador não é ‘porta-voz’ de sua coligação.
Ele também fez questão de frisar que o processo eleitoral será complicado e difícil. “Não preciso lembrar a ele que ele é governador de Mato Grosso e não porta-voz da nossa coligação. Ele não fala por nós. Nunca demonstrei isso. Sempre disse que a eleição é um processo difícil. A conquista do voto e a confiança das pessoas demanda tempo. Nem ele e nem ninguém pode falar por nós, sem nossa autorização. Não deve ser levado em consideração”, disse Mauro Mendes.
O ex-prefeito também disse que não vê problemas em estar do lado oposto ao de Taques, com quem caminhou juntos por três eleições - entre 2010 e 2014. Segundo Mauro Mendes, o apoio feito ao governador na eleição passada foi para quatro anos e não para uma possível reeleição.
“Apoiamos o atual governador em 2014 para um mandato de quatro anos. Qualquer um dos que votou nele, também o fez para um mandato de quatro anos. Temos o direito e acima de tudo o dever, de fazer uma avaliação se esse governo cumpriu o seu papel e entregou tudo aquilo que prometeu, se está se desempenhando bem e se a máquina está sendo bem administrada”, refletiu.
Mauro Mendes finalizou ironizando o governador. Ele apontou que feita a reflexão sobre a atual administração, foram detectados vários problemas que, segundo ele, atrapalham o desenvolvimento do Estado. Ele disse que ‘apoio eterno’ não existe na política, e que o único juramento desta forma feito por ele, foi com sua esposa, Virgínia Mendes.
“Lamentavelmente, as respostas que encontramos foi de que não. Temos muitos e graves problemas que pioraram a gestão pública. Como continuar apoiando? Só porque apoiamos um dia. Ninguém faz compromisso eterno. Eu só fiz um, de amor eterno, com a minha esposa, com quem estou casado há 23 anos”, completou.
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