Em razão da greve geral dos caminhoneiros, que tem refletido nos mais diferentes e importantes setores para o desenvolvimento das diversas atividades dentro do município, a Prefeitura de Cuiabá suspendeu às 12h o expediente no âmbito da Administração Pública Municipal nesta sexta-feira (25). O ato foi regulamentado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, por meio do decreto nº 6.592.
A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que as unidades escolares da rede municipal de Cuiabá estarão funcionando normalmente durante esta tarde.
A medida tomada devido aos transtornos causados no transporte público e particular, em razão da escassez de combustíveis decorrente da greve nacional dos caminhoneiros. As atividades serão retomadas normalmente na próxima segunda-feira (28).
A medida tomada devido aos transtornos causados no transporte público e particular, em razão da escassez de combustíveis decorrente da greve nacional dos caminhoneiros. As atividades serão retomadas normalmente na próxima segunda-feira (28).
Os serviços essenciais como: coleta de lixo, manutenção de distribuição de água, defesa civil, fiscalização e orientação do trânsito serão mantidos. Na saúde, as unidades de urgência e emergência de pronto atendimento (UPA) das regiões Norte, no bairro Morada do Ouro e Sul, no Pascoal Ramos, policlínicas e Pronto Socorro também funcionam regularmente.
“Diante de toda a situação que não só Cuiabá, mas todas as cidades brasileiras estão vivenciando nos últimos dias, optamos por adotar essa medida, minimizando os transtornos aos milhares de servidores da Prefeitura Cuiabá. Muitos deles dependem do transporte coletivo, que já teve a frota reduzida desde ontem. Além disso, mesmo aqueles que possuem meios de locomoção particular também estão sendo afetados. Por isso, estamos tendo essa sensibilidade de entender as dificuldades em situações como essa”, justifica o prefeito.
Governo
O governador Pedro Taques também suspendeu o expediente dos órgãos e entidades do Poder Executivo do Estado nessa sexta-feira (25.05). O Decreto 1.495 justifica a necessidade da ação devido a paralisação geral dos caminhoneiros e conseqüente desabastecimento de combustível em todo Estado.